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18.3.15

Felicidade (sem açúcar!)

O convite surgiu há 2 semanas mais ou menos.
No âmbito da interacção com a família, a creche do Colégio Efanor tinha começado a desafiar pais/encarregados de educação a escolherem uma actividade para fazerem com os meninos da sala dos 2 anos!

E lá vinha ela, a gingar, pela mão da educadora e com um sorriso enorme para me convidar.
Aceitei sem hesitar. Claro!
E nem mesmo o conselho da educadora "pode ser ler um conto, que isto de estar pela primeira vez com 15 meninos de 2 anos pode ser um bocado intimidante" me demoveu de, em conjunto com a Mimi, decidirmos o que lá ia fazer.

Já em casa perguntei-lhe o que queria que a mãe lá fosse fazer com ela e os amigos!
Ficou pensativa, como só ela, de sobrolho franzido e dedo em riste encostado aos lábios: uma figureta.
Como não avançava, perguntei: "ler um livro? fazer um desenho?..."
Silêncio.
Deixei-a pensar, enquanto a informei que iria fazer o jantar.
Aparece-me então na cozinha, de sorriso triunfante e diz: "Mami, gomas! Gomas. A Mimi qué gomas."

E gomas seriam. 
Ali ficou decidido.

Pelo meio aconteceram: uma laringite e um coleguinha novo que precisava de um pouco mais de espaço só com colegas e educadoras para se ambientar melhor e mais tranquilamente.

E... depois de uma manhã (quase inteira!) a fazer gomas - corações, triângulos, semi-esferas, conchinhas, "minhocas"... -, a escrever a receita para levarem para casa, a pôr tudo em frasquinhos e a seleccionar todos os ingredientes e utensílios necessários a levar comigo, tudo ficou enfim pronto para a manhã seguinte.





Claro que tudo isto cria expectativas e ansiedades numa menina de 2 anos e meio (feitinhos ontem mesmo!), por isso sairmos a horas de casa de manhã não foi das tarefas mais fáceis. Estava eléctrica. Queria ser ela a levar tudo. Mexia em tudo. Tirava e punha as coisas no saco.
Mas lá chegámos à escola - não sei bem como! - às 9h30.

E por volta das 10h00, como combinado, lá me veio buscar - novamente com ar gingão de felicidade.
Deu-me a mão, correu suavamente e diz: "Mami, é aqui!"
"Aqui" era uma sala onde tinha 14 meninos de olhos curiosos todos postos em mim.

Mas posso dizer-vos que foi mais fácil do que tinha imaginado.
Grupinho simpático e interessado aquele da sala dos 2 anos do Colégio Efanor!
Interagiram fácil.
Quase todos já tinham provado gomas e... gostavam! (estranho... ehehehe)
E quase todos estavam mortinhos por fazer alguma coisa.

Decidi começar por lhes mostrar os ingredientes que íamos precisar para fazer gomas, bem como o resultado final (depois de umas horas de frigorífico, claro!)


Esta última parte foi o delírio e quase não sobraram "amostras" para amostra! ;)
Bom sinal, não?


Depois distribuí as formas, os vários recipientes necessários e, com a ajuda mega experiente e super querida da educadora e auxiliares, lá se foi desenrolando todo o processo de fazer gomas.
Desde diluir as folhas da gelatina em água (adoravam ver que entravam umas folhas rijas e depois saía da água uma coisa toda mole e pegajosa...), mexer o conteúdo da gelatina em pó até se dissolver por completo, pincelar com um pouco (quase nada!) de óleo todas as forminhas para garantir que as gomas não iriam lá ficar coladas e, finalmente, encher as formas com os preparados coloridos.
(Não, não me esqueci de falar no açúcar. Na verdade estas gomas, além de ótimas, são super saudáveis, pois não levam qualquer tipo de açúcar ou adoçante!)

Isto tudo teria sido super fácil, não fosse a Mimi - apenas habituada a dividir estas tarefas comigo cá em casa! - achar e querer ser ela a fazer tudo.
Muito engraçada esta dificuldade que as crianças (sobretudo destas idades!) têm de dividir quem lhes é querido com outros.
Mas com muito carinho e paciência, lá a fui conquistando a "ensinar" os amiguinhos como se fazia e a deixá-los experimentar fazer.

Quase uma hora depois, saía da sala dos 2 anos, de coração cheio.
Felicidade genuína.
Com direito a "óbigada"(s) e beijinhos de alguns dos coleguinhas.
E com um sorriso de orelha a orelha, da minha Mimi, que dizia orgulho por todos os lados.


Missão cumprida!  <3
Adorei e diverti-me muito!











29.11.13

Quando o Porto vai ao Porto - #1

Quando escrevi este post, fui muito injusta para com este fim-de-semana maravilhoso!!!

É verdade que Lisboa veio ao Porto, mas nesse fim-de-semana o Porto também foi ao Porto. ;)
Mais concretamente na manhã soalheira, mas fria, de Domingo, lá fomos em família (a nossa e a de uns amigos-família!) à Casa da Música. Para o primeiro concerto da vida dos nossos babies.

E como é que eu deixei isto em vão quando partilhei convosco aquele fim-de-semana??? Shame on me!

Marcado há muito tempo - sim, porque estes concertos esgotam quase antes de serem postos bilhetes à venda ;) - lá nos arrastámos, cheios de sono, ronha e frio, até à Casa da Música.

Uma vez lá, era óbvio que ia haver alguma coisa para crianças, dado o número de carrinhos, "ovinhos", crianças a ensaiar primeiros passos e outras já mais seguras de si (motoramente falando!!!)


O "nosso" concerto chamava-se Música de Bolso

Chegada a hora, lá descemos todos num mega elevador e entrámos na sala onde o concerto ia ter lugar.

Regra nº 1: toca a descalçar (crianças e adultos)
Regra nº 2: nada de filmes ou fotografias (só no final do espectáculo)

Devidamente acomodados, num chão almofadado, mais coisa menos coisa... o espectáculo começou!

Foi muito super diferente do que eu tinha imaginado. Mas não quero com isto dizer que ficou abaixo das expectativas. Nada disso. Foi, apenas, diferente. Pronto.

A sensação, no final, foi: JÁ???
Passou mesmo rápido.
Dei comigo a olhar para o relógio, porque parecia que estávamos ali há 15 minutos, mas afinal já tinha passado 1 hora...

Talvez porque com miúdos (sobretudo tão pequeninos!), nada tem aquela fluidez "normal".
Talvez também porque demoram também sempre um bocado a desinibir (alguns, óbvio!) e quando parece que finalmente estavam a aproveitar em pleno... puf: acabou!

E talvez também porque foi muito giro e divertido!

Cantámos imenso. Dançámos imenso!
A M. e o G. são cá uns dançarinos!!! Não podem ouvir música que, sentados, de gatas, de pé... lá começam a abanar-se e a pôr os braços a dar a dar. Deliro a observar!!!

As músicas eram muito engraçadas.
Aliás, ainda hoje as canto à M. (vá, meias aldrabadas, porque já não me lembro da letra toda...), volta e meia, e ela sorri e dança. Como se se lembrasse...

Vamos repetir, é certo.
É só esperar que os dois entrem na próxima faixa etária e lá estaremos batidos.






21.11.13

Mãe in love...

... pela Love Mae.



Descobri este site (esta marca!) de encantar, salvo erro, através do Blog da Carlota, quando estava grávida da M. e, a navegar pela net, lá fui ter a blogs mil e outras mil e muitas marcas.

Apetecia comprar tudo.
Todos os stickers são lindos e fofos. Suaves. Mágicos!

Por isso, quando a ideia do que seria o quarto da M. começou a ganhar forma, e apesar de ter utilizado papel de parede para forrar a madeira do roupeiro e a moldura que enquadra a janela-porta, achei que havia espaço para mais um toque de magia...
E então rendi-me a estas borboletas:


Mas que apliquei assim:


E porque entretanto o quarto da M. já foi sofrendo uns upgrades - sou assim, não gosto de fazer tudo logo de início, gosto de ir vendo e sentindo os espaços a tomar forma e perceber o que lhes falta e o que faz falta -, ontem perdi-me novamente neste mundo de encantar e já vêm a caminho:


 Uma ideia que andava a marinar há já algum tempo...

Depois mostro o resultado final.
Até porque já ando há algum tempo para partilhar convosco o processo de "construção" do quarto da M., seja as coisas que - se fosse hoje - voltava a fazer igual, mas também aquelas que - com mais alguma experiência - teria feito diferente.


E então? De babar, não? ;)



20.11.13

Quando Lisboa vem ao Porto...

... o (nosso) Porto alegra-se!

E desta vez não foi excepção.
Até porque além dos avós J. e C., também tivemos direito à visita e mimos mil dos primos J. e T.
Tãoooooo bom :)

A M. já fica numa excitação feliz sempre que vê os avós.
E eu fico tão, mas tão embevecida com isso...
Ser avós à distância não é fácil, mas ela compensa-os de largo, porque fica mesmo feliz quando os vê e só quer brincar com eles e tudo e tudo e tudo! E faz-lhe todas as gracinhas de seguida, em modo repeat. E eles adoram, claro.
Já para não falar que, quando lhe digo "vamos ligar aos avós?", ela aponta logo para o computador e começa logo a espreitar à espera de os ver, no skype, para então os brindar com sorrisos, caras marotecas e palrices mil.

O fim-de-semana da visita começou então, no sábado, com um "lanche" transmontano cá em casa.
Como os avós e os primos vinham de Bragança, fomos brindados com um pão tradicional de comer e chorar por mais, alheiras artesanais (sem palavras para descrever!!!), um queijinho maravilha, bombons de castanha e chocolate... Enfim, um deleite para qualquer dieta! eheheh

No domingo, havia uma imposição apenas: os primos queriam comer uma francesinha, no Porto. A melhor!
Ora bolas... Eu nunca comi francesinha, porque aquelas carnes todas e molhos picantes não são para mim. O pai Mi. come (muito!) de vez em quando, mas está longe de saber onde é que se comem  as melhores ou de ser conhecedor do "roteiro das francesinhas" (se é que isto existe!)
Lembrei-me, assim numa de "tiro no escuro"... do Clérigos! Tínhamos ido lá há pouco tempo e tínhamos comido uns petiscos óptimos, na parte dos "Vinhos e Petiscos", por isso pensei que de certeza que teriam francesinha e que, se tudo o  resto era óptimo, porque é que a francesinha não seria???

Nunca "um tiro no escuro" me saiu tão bem, é o que vos digo!

Apesar do susto inicial da parte dos "Vinhos e Petiscos" estar encerrada aos Domingos, lá percebemos que isso não implicava que não houvesse francesinha.
Eu fui a única (e a M., vá!) que não comi francesinha, mas posso dizer-vos que as restantes 5 pessoas foram unânimes: "foi a melhor francesinha que alguma vez comemos!!!"
Missão cumprida ;)

Na verdade, lembrei-me de irmos para os lados do Passeio dos Clérigos, porque havia inaugurado na 6f o tão aguardado Passeio das Oliveiras. E estava com curiosidade em conhecer!
Já achava que o Passeio dos Clérigos tinha dado outra vida àquela zona e que a ideia de aproveitar o topo de um mega parque de estacionamento era óptima. Mas então com isso criar mais um espaço verde na cidade era excelente!!!

E que bonito que está!

Adoro oliveiras, por isso sou suspeita. Mas o Passeio das Oliveiras tem um enquadramento lindíssimo, com a torre dos Clérigos ali como fiel companheira. E trouxe um ar novo e fresco àquela zona da cidade!

E já que ali estávamos e uma vez que estava já a ficar aquele lusco-fusco que traz ao Porto uma aura de magia (pelo menos, para mim!), decidimos descer a rua dos Clérigos até à Praça da Liberdade, para apreciarmos o monumentalismo dos muitos edifícios ímpares que povoam a Avenida dos Aliados e dar um salto à estação de S. Bento!

O Porto estava cheio de gente. Turistas. Locais. Tudo!
Gente agasalhada, mas na rua. A apreciar. A viver a cidade.

Depois deste Domingo, a 2f correu calminha. Quase 100% caseirinha. Com muitos mimos e brincadeiras entre neta e avós!

Mas não queria que avós e primos fossem embora, sem os segundos conhecerem o Bar Tolo.
Não é novidade, para quem lê aqui o estaminé com regularidade, que somos fans.
Seja dos pratos da ementa, seja de ir lá pesticar de tudo um pouco.
E assim foi... O almoço de 3f, antes da viagem de regresso a Lisboa, foi um mix de petiscos à la Bar Tolo.
Outro sucesso! Ficaram fans. Do espaço e da comida.

E como acabar em beleza?
Claro... com um passeio pela Foz. Fria, mas soalheira! E... LINDA!  <3

Ficámos de alma e coração quentinhos.
Mas também já cheios de saudades...
Agora resta-nos pensar que daqui ao Natal é um pulinho e estaremos novamente juntos, a partilhar momentos!






PS:

E entre passeios na Foz, a avó J. (para não variar!) lá não resistiu à montra da Babyboom e quis entrar!
Disse-lhe logo: "Não faças isso. Esta loja é perigosíssima!!!" ahahaah
Raramente falo de marcas ou lojas de roupa aqui no estaminé, porque de facto não foi com essa intenção que eu e a CÁ criámos o tu Cá, tu Lá (até porque para esse fim já existem imensos mami-blogs à altura!!!), mas esta loja é a minha perdição.
Da simpatia da Luísa (e da Laura!) às marcas super originais (com constantes novidades!) e à loja, que apesar de super minimalista apetece lá ficar sem horas para sair... Adoro tudo!

Por isso, não resisti em partilhar aqui com vocês que a Babyboom é, sem dúvida, a minha loja de bebés e crianças preferida do Porto. Mas assim num... 15 a 0!






25.9.13

A primeira festa de anos

Como já foram percebendo aqui ou ali... o nascimento da M. e todo este seu (nosso!) 1º ano de vida foi de uma felicidade muito grande!
Ela é (e sim, sou suspeitíssima!) uma bebé encantadora, bem disposta, super activa, meiga e sociável.
Talvez por isso este 1º ano tenha passado a voar, de tantos bons momentos que vivemos.
E talvez por isso também nos apetecesse comemorá-lo. Lembrar tudo o que o dia 17 de Setembro de 2012 representou e festejar, festejar, festejar...

Mas além de assinalar a data com os avós (e uma das bisavós!), tios e priminhos no próprio dia, queríamos mesmo partilhar toda a felicidade de 1 ano com "aqueles" amigos.


E aí veio a 1ª dúvida: em casa ou noutro espaço?
Em casa, como moramos num apartamento, se estivesse calor (que esteve e muito!) era capaz de ser menos agradável.
Só se dividíssemos em dois dias. Um para família. Outro para amigos.
Dúvidas existenciais à parte e sentido prático em acção, vai de procurar um sítio agradável para várias faixas etárias.

Depois de muito nos informarmos e pesquisarmos, sem qualquer sombra de dúvida, decidimos-nos pelo Soundwich.

Foi a minha querida amiga R. que me falou do espaço. Fomos lá um fim-de-semana fazer um almoço tardio e ficámos rendidos ao espaço e à comida.


Nesse mesmo dia, conheci o Tó Zé e a Joana, os dois mentores deste projecto, qual deles o mais apaixonado pelo mesmo.
E, uns dias depois, numa sintonia inacreditável, estavam decididos a ementa e o espaço (sim, porque o Soundwich tem imensas alternativas e espaços diferentes. Versatilidade é o seu nome do meio!). Ah e toda a abertura deste mundo para, naquele dia, fazer do espaço o que quiséssemos. Um "pormenor" que nos fez toda a diferença!

Posto isto, e com cerca de 2 semanas de antecedência, enviámos por email os convites.
Feitos por nós. Simples. Uma brincadeira como se fosse a própria M. a convidar.
Com indicação da hora, local e do tipo de festarola que ia acontecer. Neste caso, um brunch!

E aí então começou a "trabalheira".
O mais "entre aspas" possível, porque me deu um  gozo tremendo. Tão tremendo que era menina para preparar isto todos os meses.

Mas vamos por partes:

1) o tema da festa
Quando começámos a pensar na festinha da M., a ideia inicial era um pic-nic. Idealmente no Parque da Cidade.
Mas depois "ah e tal, e se não está bom tempo?" ou "ah e tal, e se não é permitido?", entre outros, lá fomos nós à caça de um espaço.
No entanto não queríamos abdicar de todo desse universo e da descontracção inerente a um pic-nic.
Por isso, e enquanto ainda posso (tipo: este ano!), quis fugir do cor-de-rosa, das princesas e dessas "pirosadas" que a maioria das meninas adora.

Assim sendo, a escolha recaiu no party kit da Belle&Boo, à venda na Red Elephant - Party Shop, muito a lembrar-me o universo da Anita. E com alguns outros complementos à mistura.

Recomendo o mais possível. A Marta é de uma simpatia e disponibilidade inacreditáveis. Tão inacreditáveis que foi de propósito ao Mar Shopping levar-me umas coisas que, só ela reparou, não tinham vindo conforme o pedido inicial.
Offline, encontram a Red Elephant no Bazar da Cerca, na Foz.

2) o tipo de festa
Sei que hoje em dia é muito comum, eleger-se um tema e TUDO (mas tudo mesmo!) ser à  volta do mesmo. De tal forma que, apesar de visualmente irrepreensível, fica - a meu ver, claro! - de uma perfeição irritante, que em nada tem a ver com as festas de criança que tenho na minha memória de infância: menos perfeitinhas, menos visualmente apelativas se calhar, mas muito mais cheias de amor e com aquele "cosy" que só o carinho que as mães põem nas coisas traz a qualquer momento.
Por isso mesmo, foi certo e sabido que apesar dos pratos, copos e alguns pormenores serem da Belle&Boo, não íamos ter cupcakes, cakepops e bolachinhas e tudo e tudo e tudo igual e a condizer.

A ementa foi uma sugestão do Soundwich, respondendo à nossa única "exigência": tudo finger-food.
Posto isto: menos uma preocupação.
Tudo o resto:  ideias minhas.

Algumas que consegui concretizar sozinha.
Com copinhos e recipientes diversos, comprados no Ikea.

Outras para as quais precisei da ajuda e da paciência dos avós J. e C., belissimamente acompanhados pelos ti-vós R. e Z.
Obrigada!!! São os maiores. <3

Ah... optámos por um brunch, por volta das 12h, porque assim a M. já tinha feito a sua sestinha da manhã e estava bem disposta e com energia para receber todas as pessoas, todos os mimos e brincadeiras. E porque era Domingo e havia gente que ainda nesse dia regressava a Lisboa.
Mas um lanche também pode ser uma excelente opção...


3) o espaço
Dentro do Soundwich, o espaço eleito foi o recentemente inaugurado PickaPark.
Um recanto maravilhoso, num mix de espaço exterior e interior, qual deles mais cosy...
Apesar do espaço da Eira, que agora também  conta  com  o 'bery typical,  ser giríssimo e maior, achámos que se estivesse muito calor o PickaPark tornar-se-ia mais agradável e, além disso, é um espaço bem mais reservado/privado.

Como a parte interior deste espaço tem duas salas, decidi aproveitar uma para as comidas (onde também se podiam encontrar elementos do quarto da M.) e a outra transformou-se num "quarto de brincar" das crianças e num espaço de "muda fraldas" para os babies.


Grinalda Belle & Boo e Pompons da Red Elephant / Balões da Mooki
Coelhinhos Maileg da Um Quarto Meu / Letra M em tecido da Moopi / Mocho da Zara Home


Na "sala das comidas" podia também encontrar-se um candy bar, feito por mim, a pensar na perdição que os mais pequenos (e não só! Não é, S.?) têm por gomas!




4) o bolo
Como diz a minha querida S., a madrinha da M, eu às vezes tenho a mania que sou diferente. E essa mania, desta vez, foi toda para o bolo de aniversário.
Tinha visto, em tempos, no Mercadito da Carlota aqui no Porto...

 ... estes ice-cream pops da Peace of Cake
E, como toda a comida ia ser finger-food, porque não ser o bolo também?!?



Problema: não eram só meia dúzia de ice-cream pops, estávamos a falar de 60 (pois esperávamos 40 e muitos amigos!), por isso era preciso pensar num suporte. E, mais do que pensar, concretizá-lo.
Apesar de toda a simpatia, abertura às minhas ideias malucas e disponibilidade, a Mariana da Peace of Cake não podia ajudar com esta coisa do suporte. Motivo? O melhor de todos: estava cheiaaaaaaaaa de trabalho!
Muitas ideias depois, eis que o avô C. (é o que dá muitos anos de convivência com a avó J.!!!) teve uma ideia brilhante, não menos brilhantemente executada pela avó J.
Et voilá:

Foi "o" sucesso, este carrinho de gelados!
Não só pelo efeito surpresa, mas porque estes ice-cream pops da Peace of Cake são um piece of heaven!!!
D-E-L-I-C-I-O-S-O-S


E assim foi. Um dia para-lá-de-maravilhoso, regado com mimos mil, muitas gargalhadas e cumplicidades entre amigos e família.
Se a M. percebeu o que se passou? Não, óbvio que não.
Mas que andou o dia todo com os olhos a brilhar e um sorriso de felicidade contagiante, ai isso andou!
E isso, vale TUDO!

Podia não estar tudo a combinar, certinho-direitinho, e com ar de revista, que não estava...
Mas estava tudo, mas tudo mesmo, a rebentar de amor e carinho.





* Um agradecimento especialíssimo ao "madrinho" R. que com tanto carinho andou sempre de máquina em riste a recolher os melhores momentos. Sem ti, só nos restaria a memória! Mas assim restam-nos fotos bem giras e maravilhosas.
** Outro, aos melhores amigos do mundo Z. e M., com a sua B. querida mas querida, que vieram de propósito de Lisboa para passar este dia connosco. Priceless a vossa amizade!
*** And last but not least... os parabéns ao Soundwich, por ter um staff tão simpático, tão prestável e tão profissional. Incansáveis. "Não-chateáveis" ;).
Ah, e claro, os petiscos (dos salgados aos doces) estavam todos óptimos!

19.6.13

Aniversários

Se fosse contar os anos dos meus filhos pelas festas de aniversário que têm, eles já tinham o triplo da idade. Sim, porque quando cada um faz anos há sempre 3 festas diferentes: a na escola, que é só cantar os parabéns com um bolo, a festa com os amigos e a festa com a família.
Há que fazer 3 bolos de aniversário. O da escola não pode levar qualquer tipo de recheio e os outros já são completamente à vontade do freguês.
A ideia do bolo aqui em baixo foi-me enviada por uma amiga. Achei tão giro e fácil que o fiz para a festa de família do meu filho. Não é o máximo?


17.6.13

Uma pizza que mete medo

Não é que alguma vez tenha feito comida temática relacionada com o Halloween, mas achei esta pizza muito gira. Talvez experimente fazer um dia destes num jantar em família à luz das velas. =)

23.5.13

Viva o verde!

Parece que finalmente à semelhança dos estrangeiros, começamos a valorizar os nossos jardins e parques.
Out Jazz no Parque das Nações neste fim de semana
Ainda há pouco tempo, pelo menos aqui em Lisboa, parecia que nos dias de calor só existia a praia.
Gradualmente temos visto cada vez mais pessoas a fazer piqueniques e a tirar partido dos jardins.
Acho que definitivamente o Out Jazz contribuiu para que as pessoas venham a valorizar os parques que temos. Trata-se de um festival que é gratuito e realizado nos meses de maior calor. Cada mês num parque diferente.

O ambiente é descontraído, a música óptima e as crianças correm e brincam em liberdade. Um programa que agrada a pequenos e graúdos.
Ah... e no Parque das Nações e ainda há um insuflável gigante que faz as delícias dos miúdos.
Ainda vamos ter muitos mais fins de semana de Out Jazz. Aproveitem. Vale mesmo a pena.

 

21.5.13

Alegria vezes 2

Esta altura do ano que se aproxima é para nós uma grande alegria.
Primeiro temos a feira do Livro com a qual vibramos todos aqui em casa. É mesmo uma tradição, um passeio que fazemos umas tantas vezes enquanto dura a feira. Não que venhamos com sacos e sacos de livros. A verdade é que cada vez trazemos menos. Mas todo o passeio, um livro ou outro e uma fartura quentinha fazem as delícias tanto dos mais pequenos como dos pais.
Depois temos os santos populares para os quais Lisboa se veste de festa e deixa um rasto de sorrisos pela rua.
E aqui não é propriamente a noite de Santo António que nos move. Até porque ir com os miúdos para o meio da confusão não apetece mesmo nada. O que nós gostamos é de ir almoçar umas sardinhas e bifanas nas tascas dos bairros populares e perdermo-nos pelas ruas de Alfama. É um prato cheio.
No ano passado até nos cruzámos com as noivas de Santo António. Os miúdos adoraram.
Este ano claro, vamos repetir a dose. E várias vezes.


E vocês o que é que gostam de fazer com os pequenotes?